“Nós vamos chegar neles”, diz Damares ao cobrar investigação sobre rede de ataques digitais no caso Master/Vero

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou, neste sábado, 9 de maio de 2026, que estruturas digitais supostamente usadas para campanhas de desconstrução de imagem no Distrito Federal precisam ser investigadas com profundidade. A declaração foi dada durante participação no programa Vozes da Comunidade, ao comentar denúncias envolvendo o Banco Master, influenciadores, páginas e veículos digitais.

A frase mais forte da entrevista veio em tom de advertência: “Nós vamos chegar neles”. A parlamentar se referia a possíveis responsáveis por campanhas coordenadas de ataques contra pessoas que passaram a apurar ou questionar operações ligadas ao Banco Master e à antiga gestão do Banco de Brasília (BRB).

Durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade neste sábado (9), que estruturas digitais supostamente utilizadas para campanhas de desconstrução de imagem no Distrito Federal precisam ser investigadas com profundidade. A declaração foi feita no quadro “Sabatinão do Povo”, ao comentar denúncias relacionadas ao Banco Master, influenciadores, páginas e veículos digitais, como é o caso. do portal apelidado de “Blog do Gim”. 

Damares diferenciou publicidade institucional, considerada prática legal quando feita dentro das regras, de eventual uso de recursos para financiar ataques políticos, intimidação e difamação. Para a senadora, a suspeita exige atuação firme das autoridades competentes.

A parlamentar também mencionou denúncias divulgadas pelo portal Fatos Online sobre supostos repasses ligados ao Banco Master para o Vero Notícias, veículo apontado na reportagem como relacionado ao ex-senador Gim Argello. As acusações, ainda sob apuração, envolvem a hipótese de uso de sites, páginas e influenciadores como instrumentos de desgaste político e institucional.

Damares afirmou ainda que pessoas que passaram a investigar o caso Master teriam sido alvo de ataques orquestrados. De acordo com ela, falas foram distorcidas, conteúdos foram manipulados e narrativas teriam sido criadas para atingir parlamentares, investigadores e denunciantes.

O caso amplia o debate sobre os limites entre publicidade, liberdade de imprensa, influência digital e possível manipulação política financiada nos bastidores. No Senado, Damares já atua em frentes relacionadas ao caso Banco Master. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, em abril, pedido de compartilhamento de informações para aprofundar a análise de dados sobre o caso, por iniciativa da parlamentar.

A fala da senadora adiciona pressão política sobre um tema que vem ganhando contornos cada vez mais sensíveis em Brasília: a suspeita de que estruturas de comunicação digital possam ter sido utilizadas não apenas para informar, mas para atacar reputações e proteger interesses financeiros. Em tempos de guerra de narrativas, a fronteira entre notícia e operação política fica fina como papel de Bíblia — e, segundo Damares, há gente que ainda terá de explicar muita coisa.

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