Desde 2006 as termelétricas passaram de 13,5% para 24,5% da matriz brasileira, e hidrelétrica caiu de 84,1% para 61%
O Brasil enfrenta o ano mais seco em quase um século, mas a falta de chuvas tem pouco a ver com os aumentos na conta de luz, o risco de racionamento ou até apagão no sistema elétrico.
Especialistas apontam como principal fator para situação atual, o investimento em termelétricas, que passaram de 13,5% da matriz energética 24,5%, em detrimento das hidrelétricas, que respondiam por 84,1% em 2006 para 61% este ano. A informação é do Diário do Poder.
Além da alta na capacidade instalada, as termelétricas recebem mesmo sem ser acionadas. São bilhões pagos só para ficarem de “sobreaviso”.












