O México transformou o Estádio Azteca em caldeirão e eliminou o Equador por 2 x 0 na segunda fase da Copa do Mundo de 2026. A partida, atrasada por causa da chuva forte e de raios na Cidade do México, começou com clima de decisão e terminou com a seleção da casa confirmando a força de quem joga diante de sua torcida — e de quem soube resolver o jogo antes que o drama pedisse licença.
O primeiro golpe veio aos 21 minutos. Julián Quiñones recebeu em profundidade pela esquerda, encarou Willian Pacho e soltou uma finalização forte, no alto, sem chance para Hernán Galíndez. O Equador ainda tentou reagir com John Yeboah, que obrigou Raúl Rangel a uma grande defesa, mas o México parecia mais inteiro, mais rápido e mais confortável no caos. Aos 30, veio o segundo: Joel Ordóñez falhou na saída, Quiñones aproveitou o presente e ajeitou para Raúl Jiménez bater firme e ampliar. Gol de mata-mata não aceita recibo, mas esse veio praticamente embalado para presente.
No segundo tempo, o Equador ficou mais com a bola, fez mudanças e tentou empurrar o México para trás, mas esbarrou em uma defesa compacta e em um time que entendeu perfeitamente o roteiro da noite. Moisés Caicedo tentou organizar, Enner Valencia acabou substituído, e os equatorianos giraram a bola sem encontrar o passe que rasgasse a muralha verde. O México, por sua vez, administrou o placar, fechou os espaços e ainda ameaçou em contra-ataques, sustentando mais uma partida sem sofrer gol na competição.
A classificação mexicana aumenta o peso do mata-mata e também acende o alerta para os rivais que seguem vivos na Copa. Depois da virada brasileira contra o Japão, registrada pelo DFMobilidade em Brasil vira sobre o Japão nos acréscimos e sobrevive ao primeiro mata-mata da Copa, a fase eliminatória mostra que favoritismo sem entrega vira lembrança amarga. E, como também noticiou o portal em Torcedor morre durante Brasil x Japão, a Copa segue misturando emoção, tensão e episódios extremos dentro e fora de campo.




