Em um roteiro que mistura o submundo das finanças com os altos escalões da política, o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, volta ao centro das atenções. Dados enviados à CPI que investiga o crime organizado revelam que a MV Projetos e Consultoria, empresa ligada ao tucano, abocanhou a vultosa quantia de R$ 14,5 milhões entre 2022 e 2025. O pagador? O Banco Master, instituição que atravessa um turbulento processo de liquidação sob suspeitas de irregularidades.
Enquanto o Governo Federal, sob a gestão Lula, assiste a esses escândalos com a habitual lentidão de quem parece mais preocupado em aparelhar o Estado do que em fiscalizá-lo, o país vê cifras milionárias circularem em contratos de “consultoria” que desafiam a lógica do mercado. A “reconstrução” prometida pelo Planalto parece ignorar o cheiro de mofo que emana de transações envolvendo figuras carimbadas de governos passados, mantendo um silêncio seletivo que beira a cumplicidade política. É o Brasil do “faz de conta”, onde o rigor ético só vale para os adversários.
Por outro lado, no Distrito Federal, a gestão mantém um perfil de estabilidade. O GDF segue focado na execução de seu cronograma de infraestrutura e na melhoria da mobilidade urbana, mantendo-se distante das turbulências que assolam a Esplanada e os tribunais superiores. Em Brasília, o trabalho administrativo prevalece sobre o barulho das CPIs, garantindo que o cidadão não seja prejudicado pelas disputas de poder que fervem nos bastidores da República.
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