A Boeing registrou um desempenho expressivo em agosto de 2026 ao entregar 51 aeronaves comerciais, alcançando a sua melhor marca para o mês desde 2018.
O volume impulsionou o balanço anual da fabricante norte-americana, que somou 418 aviões entregues nos primeiros oito meses do ano.
Esse total representa um crescimento sólido de aproximadamente 9% em comparação às 385 unidades contabilizadas no mesmo período de 2025, demonstrando uma recuperação contínua no ritmo de sua cadeia produtiva.
O grande motor das operações de agosto foi a tradicional família 737, responsável pela esmagadora maioria dos envios, com 42 unidades repassadas aos clientes, sendo 41 do modelo 737 MAX e uma do 737 Next-Generation.
Além dos jatos de corredor único (narrowbody), a linha de produção de fuselagem larga (widebody) também manteve constância, concluindo a entrega de quatro unidades do 787 Dreamliner, dois cargueiros 777 Freighter e três jatos da família 767.
No panorama consolidado de 2026, o balanço comercial mensal da companhia aponta a força do 737 MAX, com 320 entregas confirmadas de janeiro a agosto.
O 787 Dreamliner segue como o segundo maior volume de despachos, com 54 unidades no ano.
Além de manter o ritmo aquecido nas linhas de montagem, a Boeing captou 15 novos pedidos líquidos no último mês, elevando as encomendas totais do ano para 453 aeronaves e sustentando uma robusta carteira de pedidos (backlog) que já ultrapassa a marca de 6.150 aviões aguardando produção.




