A execução do Hino Nacional antes do amistoso entre Brasil e Panamá, neste domingo (31.mai.2026), acabou roubando parte da cena antes mesmo de a bola rolar. Convidados pela CBF para cantar o hino, Belo e Alcione não conseguiram manter a apresentação sincronizada e rapidamente viraram alvo de críticas nas redes sociais.
O episódio ocorreu na cerimônia pré-jogo da seleção brasileira. Em vez de uma execução solene e alinhada, os artistas apareceram fora de compasso em diferentes momentos, o que provocou reação imediata dos torcedores. Na internet, não faltaram comentários irônicos sobre a apresentação. Quando o assunto é Hino Nacional, o brasileiro pode até perdoar gol perdido; desafinação cívica, nem tanto.
Apesar do tropeço musical, dentro de campo a seleção fez sua parte. O Brasil venceu o Panamá por 6 a 2, com gols de Vini Jr., Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago e Danilo. O Panamá marcou com Carlos Harvey e ainda contou com um gol contra de Matheus Cunha.
A partida também teve peso simbólico para a preparação brasileira. Foi o último jogo da seleção no Brasil antes da Copa do Mundo de 2026. O grupo comandado por Carlo Ancelotti embarca nesta segunda-feira (1º.jun.2026) para os Estados Unidos, onde disputará a competição. A estreia brasileira está marcada para 13 de junho, contra Marrocos.
O caso expôs, mais uma vez, como eventos de grande visibilidade exigem planejamento também fora das quatro linhas. A CBF acertou ao apostar em nomes populares da música brasileira, mas a execução mostrou que tradição, transmissão ao vivo e improviso formam um trio perigoso. No fim, o Brasil goleou em campo, mas o pré-jogo desafinou.

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