A Secretaria de Saúde do Distrito Federal mantém uma infraestrutura de monitoramento contínuo para conter o avanço epidemiológico de duas graves zoonoses: a raiva e a leishmaniose visceral canina.
Transmitida pela picada do mosquito-palha, a leishmaniose exige um rigoroso protocolo de triagem logística.
Cães que apresentam sintomas estruturais sistêmicos, como apatia severa, perda de peso, lesões cutâneas e crescimento acelerado das unhas, são submetidos a testes laboratoriais rápidos e exames de contraprova.
Em caso de laudo positivo, a equipe técnica orienta os tutores sobre o tratamento monitorado ou o procedimento logístico e humanitário de eutanásia, limitando a permanência do animal nas unidades de diagnóstico primário a no máximo 24 horas para evitar a disseminação do patógeno e viabilizar a transferência segura para a unidade de referência estrutural em Taguatinga.
Paralelamente, a contenção tática da raiva animal, uma zoonose viral aguda e altamente letal que pode ser transmitida aos humanos por meio do contato direto com a saliva infectada, baseia-se na ampla cobertura vacinal.
A rede pública de zoonoses disponibiliza postos logísticos fixos para a imunização contínua de cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade.
As autoridades de vigilância ambiental determinam que a população evite o manuseio de animais silvestres, especialmente morcegos com comportamento atípico, e acione imediatamente os canais de resgate ao identificar animais domésticos apresentando agressividade súbita, paralisia ou salivação excessiva.




