Vinte anos depois da goleada brasileira por 4 a 1 na Alemanha, Brasil e Japão voltam a se cruzar em uma Copa do Mundo, agora em clima bem menos nostálgico e muito mais perigoso. O duelo desta segunda-feira, 29 de junho de 2026, às 14h, em Houston, abre para a Seleção a fase de mata-mata do Mundial, com a velha regra que não aceita ensaio: quem falhar, arruma as malas.
O Brasil chega embalado pela liderança do Grupo C e pela vitória convincente por 3 a 0 sobre a Escócia, atuação que o DFMobilidade registrou em Brasil faz 3 a 0 e joga bem contra a Escócia. Sob Carlo Ancelotti, a Seleção tenta confirmar que a evolução não foi apenas uma noite feliz, daquelas em que até a bola parece ter lido o roteiro antes do jogo.
Do outro lado, o Japão já não é coadjuvante simpático de Copa. A equipe asiática terminou em segundo no Grupo F após empatar com Holanda e Suécia e vencer a Tunísia, chegando ao confronto com organização, velocidade e a confiança de quem aprendeu a incomodar gigantes sem pedir licença. A própria CBF confirmou os japoneses como adversários do Brasil nos 16 avos de final após o empate por 1 a 1 com a Suécia.
Se avançar, o Brasil jogará novamente no domingo, 5 de julho, às 17h, contra o vencedor de Costa do Marfim x Noruega, em mais um degrau rumo ao sonho do hexa. Em Brasília, a partida também mexe com a rotina administrativa: o DFMobilidade já mostrou que o GDF adotou ponto facultativo para o jogo em Celina anuncia ponto facultativo para próximo jogo do Brasil. Agora, resta saber se o feriado informal da torcida termina em festa ou em terapia coletiva nacional.




