Celina garante solidez do BRB após reunião no Banco Central e descarta risco de colapso
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirmou nesta semana, após reunião com o Banco Central do Brasil, que o Banco de Brasília não corre risco de quebrar, mesmo diante das turbulências recentes envolvendo operações financeiras e investigações em curso.
A declaração foi reforçada em entrevista concedida nesta quinta-feira (9), na qual Celina foi categórica: “o BRB não irá quebrar”. A fala ocorre em meio a um cenário de pressão sobre a instituição financeira, após impactos relacionados ao caso envolvendo o Banco Master e seus desdobramentos no sistema financeiro.
Segundo a governadora, o encontro com o Banco Central teve como objetivo alinhar medidas para garantir estabilidade e preservar a confiança no banco público do Distrito Federal. Ela destacou que, em poucas semanas, o cenário já apresenta melhora significativa, indicando que ações adotadas pelo Governo do Distrito Federal começam a surtir efeito.
Celina também defendeu o diálogo institucional como caminho para superar a crise, mas deixou claro que o banco seguirá sob responsabilidade do governo local. Em tom direto, afirmou recentemente que, em relação ao governo federal, “se não atrapalhar, já ajuda muito”, sinalizando críticas à ausência de apoio mais efetivo no momento delicado da instituição.
A crise do BRB ganhou força após a exposição de operações consideradas problemáticas envolvendo ativos ligados ao Banco Master, investigado por suspeitas de fraudes financeiras bilionárias. As apurações, conduzidas pela Polícia Federal, indicam irregularidades que impactaram diretamente o sistema bancário e exigiram medidas emergenciais para recomposição patrimonial.
Apesar do cenário adverso, a governadora tem buscado transmitir segurança ao mercado e à população. Em outra agenda recente, reforçou que o banco deve retomar sua vocação regional, com foco no desenvolvimento econômico local e apoio a empreendedores do Distrito Federal.
Nos bastidores, o GDF já articula alternativas para fortalecer o banco, incluindo ajustes fiscais e medidas legais que permitam reequilibrar suas contas. A sinalização política, no entanto, é clara: o BRB continua de pé — e, segundo Celina Leão, longe de qualquer risco de quebra.
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