Saiba identificar os quatro tipos de sirene que as ambulâncias usam no DF

Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF
Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF

Ao dirigir pelas ruas do DF , é possível notar que as ambulância usam diferentes padrões de sirene para sinalizar, assim é utilizada uma técnica de comunicação vital no trânsito.

Cada variação da sirene indica um significado específico e serve para orientar e alarmar tanto motoristas, quanto pedestres, assim garantindo que o fluxo da trajetória até o local de atendimento seja liberado, acentuando a agilidade no deslocamento que é decisiva em grande parte das ocorrências que só em 2025, registrou mais de 643 mil chamados.

Segundo os condutores que atuam no socorro de urgência, existem quatro padrões sonoros principais. Quando a ambulância está em rodovias ou pistas livres e precisa de velocidade, usa-se o som longo e oscilante (conhecido como wail), que avisa de longe a aproximação, já no trânsito travado da cidade, a sirene muda para um toque curto e agudo (o yelp), que funciona como um pedido imediato de “abra espaço”.

Há ainda situações de alto risco, como cruzamentos fechados, rotatórias ou locais de pouca visão, para melhor desempenho no atendimento o motorista da ambulância aciona um som rapidíssimo e cortante (o piercer) para deixar todos em alerta máximo.

Por fim, em áreas hospitalares ou durante manobras lentas, usa-se o tom de duas notas (o clássico fá-dó), que sinaliza a presença da viatura sem causar pânico desnecessário. Entender essa linguagem sonora ajuda os condutores a reagirem da maneira certa, evitando acidentes e facilitando o salvamento de vidas.

Imagem: Agência Saúde DF

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