O aumento constante no preço da gasolina faz com que a economia de combustível seja uma prioridade para os motoristas.
No entanto, algumas escolhas na hora de abastecer podem comprometer esse rendimento.
O uso de combustível inadequado, que não atende às especificações da fabricante do veículo, e a utilização de gasolina de procedência duvidosa ou adulterada são erros graves. Essas práticas não apenas reduzem a eficiência do motor, mas também podem causar sérios danos mecânicos.
Além disso, em carros flex, a alternância constante entre etanol e gasolina focada apenas no preço imediato, sem avaliar o rendimento real, pode ser prejudicial para o bolso no longo prazo.
O hábito de encher o tanque até a boca, ultrapassando o limite automático da bomba, também é desaconselhado, pois o excesso pode afetar negativamente o sistema de controle de vapores do automóvel.
Além dos cuidados diretos com o combustível, a negligência com a manutenção básica do veículo e hábitos ruins de direção são grandes vilões do consumo.
Rodar frequentemente com o tanque na reserva, por exemplo, colabora para o acúmulo de impurezas no sistema e aumenta o desgaste da bomba de combustível. Ignorar a calibragem correta dos pneus e rodar com eles murchos aumenta o atrito com o solo, forçando o motor a trabalhar mais e elevando o gasto.
Peças sem revisão periódica, como filtros de ar, velas, bicos injetores e óleo lubrificante, também fazem o motor atuar com menor eficiência energética.
Somado a todos esses fatores mecânicos, a forma como o motorista conduz o carro tem impacto direto no painel.
Uma direção agressiva, caracterizada por acelerações bruscas, arrancadas rápidas e frenagens constantes, aliada ao uso ininterrupto do ar-condicionado e ao desalinhamento do veículo, drena o combustível rapidamente.
Adotar uma condução mais leve e tranquila, aliada à manutenção em dia, são os passos mais eficazes para garantir a economia desejada no final do mês.






