O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas pelo Serviço Secreto durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, realizado na noite de sábado, 25 de abril de 2026, no Washington Hilton, em Washington. A ação ocorreu após disparos nas imediações da área de segurança do evento, provocando pânico entre convidados, autoridades e jornalistas presentes.
Segundo informações da Reuters, um homem armado tentou furar o esquema de segurança e chegou a atirar contra um agente do Serviço Secreto. O agente não ficou ferido, pois foi atingido em uma área protegida por equipamento de segurança. O suspeito foi detido, e Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance e integrantes do gabinete foram colocados em segurança.
A CNN Brasil informou que agentes retiraram Trump do palco rapidamente, enquanto membros do governo também deixaram o local. Relatos apontam que agentes gritaram “tiros disparados”, e participantes buscaram abrigo dentro do salão. Até o momento, não há indicação de outros atiradores, conforme informações preliminares atribuídas a fontes próximas aos relatórios iniciais do Serviço Secreto.
O episódio reacende o debate sobre a segurança presidencial nos Estados Unidos, especialmente porque Trump já havia sido alvo de tentativas de assassinato durante a campanha eleitoral de 2024. O próprio Washington Hilton também carrega peso histórico: foi nas proximidades do hotel que o então presidente Ronald Reagan sofreu um atentado em 1981.
Após o incidente, Trump afirmou em rede social que o atirador havia sido capturado e elogiou a atuação das forças de segurança. O evento acabou cancelado, apesar de o presidente ter demonstrado intenção inicial de retornar ao jantar. A investigação segue em andamento para esclarecer motivação, falhas de segurança e se o ataque tinha como alvo direto o presidente ou o perímetro do evento.
O ataque transformou uma noite tradicional da imprensa americana em mais um capítulo de tensão política nos Estados Unidos. Em vez de discursos, piadas e tapinhas protocolares nas costas, o jantar terminou com evacuação, correria e um alerta evidente: a temperatura política americana continua perigosamente alta.
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