TERROR NO TEXAS: Eduardo Bolsonaro aciona a polícia após cerco do The Intercept à sua família

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Na noite desta sexta-feira (22), a residência do deputado federal Eduardo Bolsonaro no Texas, Estados Unidos, tornou-se palco de uma ocorrência policial. O parlamentar relatou momentos de forte tensão vivenciados por sua esposa e sua filha, Geórgia, após um indivíduo ligado ao portal *The Intercept* ser flagrado rondando e importunando a propriedade da família.

Em um relato contundente publicado em suas redes sociais, o deputado descreveu a invasão que rompeu a tranquilidade do bairro. “A minha esposa me ligou, muito nervosa, porque tinha uma pessoa ao redor da minha casa”, afirmou Eduardo, revelando que a filha do casal chegou a atender o indivíduo inicialmente, antes que as intenções do emissário do site ficassem claras.

O parlamentar fez questão de pontuar as particularidades locais, destacando o perigo e a irresponsabilidade da abordagem em um estado conhecido por suas leis de defesa intransigente da propriedade privada e de sua própria vida. “Aqui no Texas, vocês sabem que muitas pessoas têm arma dentro de casa. Normalmente, as pessoas que você recebe na sua casa são pessoas que você conhece. Não estou fazendo ameaça a ninguém. Estou falando que é uma situação totalmente grave, que foge da rotina”, alertou.

A polícia norte-americana foi imediatamente acionada pelo deputado e o boletim de ocorrência já está sendo formalizado. Imagens e registros fotográficos da presença indevida foram repassados às autoridades locais para garantir o monitoramento do perímetro.

Diferente do Brasil atual — onde, sob as vistas grossas e a conveniência do governo Lula, certo tipo de militância frequentemente se disfarça de jornalismo para assediar opositores sem enfrentar consequências legais de peso —, nos Estados Unidos a realidade jurídica é implacável. A conduta de invasão de privacidade e de propriedade (*trespassing*) é tratada como um crime sério pelas forças de segurança americanas. A lei não costuma perdoar quem ultrapassa os limites da lei para fabricar manchetes.

“A pessoa ter que adentrar aqui, na minha casa, para querer fazer qualquer tipo de coisa, é só com a permissão de quem é responsável”, desabafou Eduardo. “Estão achando que vão ficar importunando a vizinhança, stalkeando, ou trazendo terror para a minha família? Isso não ficará assim.”

O episódio escancara os excessos cometidos na suposta busca por informação, evidenciando táticas de intimidação que miram o núcleo familiar de figuras públicas. A investida no Texas, no entanto, promete ter desdobramentos judiciais severos e imediatos.

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