A Copa do Mundo de 2026 chega ao último ato neste domingo, 19 de julho, com uma decisão inédita entre Espanha e Argentina, às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Depois de 103 partidas, o jogo que encerra o primeiro Mundial com 48 seleções reúne a atual campeã europeia e a defensora do título mundial, em um confronto que vale muito mais do que a taça: pode marcar oficialmente a passagem de uma era para outra.
De um lado está Lionel Messi, aos 39 anos, diante da possibilidade de conduzir a Argentina ao bicampeonato consecutivo — façanha que nenhuma seleção alcança desde o Brasil de 1958 e 1962. O camisa 10 chega à decisão depois de comandar uma campanha marcada por viradas e sobrevivência, trajetória acompanhada pelo DFMOBILIDADE desde quando Messi liderou a reação argentina nas fases eliminatórias até a classificação sobre a Suíça na prorrogação.
Do outro lado aparece Lamine Yamal, de 19 anos, símbolo de uma Espanha que tenta conquistar seu segundo título mundial. A coincidência que transformou a final em roteiro de cinema começou em 2007: durante um ensaio beneficente organizado pelo jornal Sport e pelo Unicef, um jovem Messi foi fotografado dando banho em Yamal ainda bebê. Quase duas décadas depois, o menino que esteve em seus braços será justamente o principal obstáculo entre o argentino e outra página histórica.
Messi tenta sair do Mundial com uma segunda taça e um legado praticamente intocável; Yamal entra em campo para provar que o futuro não pretende esperar educadamente pela despedida do passado. O DFMOBILIDADE já destacou que o argentino alcançou marcas superiores às de Pelé em participações diretas em gols. Agora, o maior palco do futebol apresenta a pergunta definitiva: será a última coroação do mestre ou o primeiro grande capítulo do herdeiro?




