A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu dez investigados ligados a uma associação criminosa voltada ao tráfico de drogas em Rio Verde e Aparecida de Goiânia. A ação foi conduzida pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Rio Verde, em conjunto com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Goiás (FICCO-GO).
A operação, batizada de DEZmantelamento, cumpriu dez mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão domiciliar. Segundo a PCGO, nove investigados foram presos em Rio Verde e um em Aparecida de Goiânia. A Polícia Militar também deu apoio à ação.
As investigações começaram em janeiro, após a prisão em flagrante de um suspeito de tráfico em Rio Verde. A partir da análise de dados e da continuidade das diligências, a Polícia Civil afirma ter identificado uma estrutura organizada de atuação no comércio ilegal de drogas. É aquele tipo de engrenagem criminosa que parece discreta, mas movimenta muito mais do que aparenta.
Em outra frente recente de combate ao crime organizado, a PCGO também deflagrou a quarta fase da Operação Destroyer, chamada “Ruptura”, com foco em investigados vinculados a organização criminosa suspeita de tráfico de drogas, homicídio, tortura, sequestro e lavagem de capitais. Nessa etapa, foram cumpridos 61 mandados de prisão temporária, 45 mandados de busca e apreensão e bloqueio de bens e valores estimados em cerca de R$ 10,5 milhões.
A ação da Operação Destroyer alcançou cidades de Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e Mato Grosso, com participação de mais de 250 policiais civis. A ofensiva incluiu municípios como Rio Verde, Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Leopoldo de Bulhões e Santa Terezinha de Goiás, além de Rio de Janeiro, São Gonçalo, Jandira e Cuiabá.
De acordo com a corporação, a Operação Destroyer faz parte de uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado, com uso de inteligência policial, atuação regionalizada e repressão às estruturas financeiras e operacionais das facções. Nos últimos 30 dias, segundo a PCGO, mais de 240 medidas judiciais foram cumpridas no âmbito da operação.
As investigações seguem em andamento para conclusão dos inquéritos e aprofundamento da identificação de outros possíveis envolvidos. O recado institucional é direto: atingir apenas o varejo do tráfico já não basta; o foco agora é também sufocar a logística, o financiamento e o patrimônio usado para manter facções em funcionamento.
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