Atacante reduziu as exigências financeiras e priorizou a permanência no MorumBIS; novo vínculo ainda depende de assinatura e anúncio oficial.
O São Paulo Futebol Clube (SPFC) e Jonathan Calleri destravaram a negociação para a permanência do atacante. O entendimento prevê o parcelamento de aproximadamente R$ 7,2 milhões em direitos de imagem e premiações atrasadas. Apesar do avanço, a renovação ainda não está formalizada: faltam a assinatura e o anúncio oficial. As informações publicadas pela ESPN foram confirmadas por apurações do UOL, ge e TMC.
O contrato atual, confirmado pelo próprio São Paulo, termina em 31 de dezembro de 2026. A nova proposta estende o vínculo até o fim de 2028 e prevê renovação automática por mais uma temporada mediante o cumprimento de metas. Mesmo podendo assinar um pré-contrato com outra equipe, Calleri teria recusado ofertas financeiramente superiores do Orlando City, dos Estados Unidos, e do Monterrey, do México, para continuar no Tricolor.
As conversas haviam emperrado por divergências envolvendo salário, luvas, bonificações e o débito acumulado. A retomada ocorreu depois que o jogador reduziu sua pedida e o clube melhorou a proposta. Em campo, Calleri também tratou de lembrar seu peso esportivo: marcou o gol do empate contra o Flamengo, episódio acompanhado pelo DFMOBILIDADE na reportagem “Calleri cala o Maracanã e São Paulo arranca empate diante do Flamengo”. Com 12 gols, o argentino é o artilheiro são-paulino na temporada.
O acordo ganha ainda mais relevância diante das dificuldades financeiras do clube, recentemente punido com um transfer ban da Fifa por uma dívida separada com a Lazio. As duas pendências não devem ser confundidas, mas revelam o mesmo desafio: transformar compromissos parcelados em pagamentos efetivamente cumpridos. A renovação preserva o camisa 9; agora, a diretoria precisará mostrar que o carnê também entra em campo.




