A incidência de fortes temporais em diversas regiões do país acende o alerta para a segurança viária em rodovias federais e estaduais, onde a combinação de asfalto molhado e visibilidade reduzida eleva significativamente os riscos de acidentes.
O cenário de tempestade exige a adequação imediata da condução às condições climáticas extremas, com a redução preventiva dos limites de velocidade diante do acúmulo de água na pista e da menor aderência dos pneus ao solo.
Para além da redução na velocidade e do aumento da distância de segurança em relação ao veículo à frente, a pilotagem segura sob chuva exige cuidados mecânicos constantes com o sistema de iluminação e o estado das palhetas do para-brisa.
O uso do farol baixo é obrigatório por determinação do Código de Trânsito Brasileiro, enquanto o acionamento do pisca-alerta com o veículo em movimento deve ser estritamente evitado.
Em episódios de aquaplanagem, a manobra correta consiste em manter a direção firme, retirar o pé do acelerador de forma gradual e não acionar os freios bruscamente até a retomada do contato dos pneus com o pavimento.
Diante do agravamento das tempestades e da perda severa de visibilidade, a medida recomendada é a interrupção imediata da viagem em locais estruturados fora da pista, como postos de combustíveis e pontos de apoio.
O uso do acostamento como ponto de espera deve ser descartado devido ao elevado risco de colisões traseiras.
A circulação em trechos com presença de equipes de emergência ou frentes de trabalho exige ainda a redução da marcha e o deslocamento para a faixa adjacente sempre que houver espaço seguro.




