Declaração ocorreu durante o debate da Band, neste domingo (18), após o senador Flávio Bolsonaro cobrar o presidente sobre a ausência de “Lulinha” no Brasil em meio a investigações sobre desvios previdenciários
BRASÍLIA — Durante o debate promovido pela Band neste domingo, 18 de outubro de 2026, o presidente Lula direcionou ataques ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Na ocasião, o petista afirmou que o magistrado da Suprema Corte é “amigo” de Flávio Bolsonaro e da família Bolsonaro, sugerindo parcialidade na condução do inquérito que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do qual Mendonça é o relator.
Confronto direto e o caso do INSS
A ofensiva contra o integrante do STF teve início quando Lula foi interpelado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a respeito dos esquemas de desvios registrados no INSS. Na troca de farpas entre o senador e o presidente, o parlamentar questionou o chefe do Executivo sobre a ausência de seu filho, conhecido como Lulinha, do território nacional.
De acordo com os fatos expostos no embate, o filho do presidente é alvo de investigação por suposto envolvimento nos desvios ocorridos na autarquia previdenciária — apuração que tramita sob a relatoria do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal.
Resposta sobre a Polícia Federal
Ao reagir às cobranças feitas por Flávio Bolsonaro sobre o paradeiro e a situação de seu filho nas investigações relativas ao INSS, além de mirar sua artilharia contra o relator do caso no STF, Lula respondeu diretamente sobre a atuação policial:
“Que a PF traga ele para o Brasil”, afirmou o presidente durante o debate.
Resumo dos fatos registrados no debate
- Alvo no Judiciário: O presidente Lula classificou o ministro André Mendonça, relator no STF do inquérito sobre fraudes no INSS, como “amigo” de Flávio e da família Bolsonaro.
- Motivação do embate: A manifestação ocorreu em resposta à interpelação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a “roubalheira” no INSS.
- Investigação envolvendo Lulinha: Flávio Bolsonaro cobrou o presidente pela ausência no Brasil do filho de Lula, investigado por suposto envolvimento nos desvios previdenciários, ao que o petista respondeu que a Polícia Federal (PF) o trouxesse de volta ao país.




