Flávio é o melhor para nós daqui; o que esperar de Lula diante da surra eleitoral no DF

Reprodução do Instagram
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A vingança do Planalto: o que esperar de Lula diante da surra eleitoral no DF

A poucos dias do segundo turno, a eleição no Distrito Federal já acabou — só esqueceram de avisar o PT. As pesquisas são um massacre: Celina Leão (PP) abre 20 pontos de vantagem na Quaest (53% a 33%), amassa no Datafolha (55% a 37%) e chega a 60% contra 40% nos votos válidos pelo Real Time Big Data. O fracasso de Leandro Grass é o retrato de um “neopetista” imposto goela abaixo, que rachou o próprio partido e, no desespero final, escondeu o vermelho, apagou a estrela e sumiu com Lula da TV. Quem divide o próprio quintal e tem vergonha das próprias cores jamais teria tamanho para governar o DF.

Com a vitória de Celina contratada, o alerta agora é outro: qual será o tamanho da retaliação de Lula caso seja reeleito?

O brasiliense já viu o trailer dessa perseguição no primeiro turno. Num palanque em Ceilândia, em vez de anunciar obras, Lula foi atacar Celina e bater no peito para dizer que o governo federal não vai ajudar o BRB. Negar aval de crédito ao banco público da capital por pura birra eleitoral não é atingir a governadora; é sabotar o patrimônio da população.

Mas não surpreende. É o mesmo governo cujo ministro da Casa Civil, Rui Costa, chamou Brasília de “ilha da fantasia”. É a mesma gestão que tenta, a todo custo, passar a tesoura no Fundo Constitucional (FCDF) para tirar bilhões da nossa saúde, educação e segurança e cobrir o rombo da gastança federal. Para o PT, como Brasília não se curva nas urnas, o castigo vem no orçamento.

Se Lula vencer, o Buriti enfrentará quatro anos de boicote e má vontade. Ninguém duvida que a Leoa tem couro duro, competência e uma bancada de peso no Congresso para partir para o embate e defender a capital no grito se for preciso. Mas por que gastar energia apagando incêndios criados pelo rancor petista?

 

Com Flávio Bolsonaro na Presidência — favorito absoluto no DF e liderando as pesquisas nacionais —, o jogo muda. Sem um Planalto hostil tentando asfixiar o BRB e o Fundo Constitucional, Celina terá paz e parceria para fazer Brasília avançar, sem precisar governar em estado de guerra.

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