O governo do estado e a prefeitura do Rio de Janeiro orientaram a antecipação do encerramento de todas as atividades não essenciais no início da tarde desta sexta-feira.
A medida emergencial foi tomada devido à previsão meteorológica de uma forte ventania, com rajadas que podem ultrapassar a perigosa marca dos 90 quilômetros por hora.
Para garantir a segurança da população, mensagens de alerta extremo foram enviadas aos celulares dos moradores, recomendando o retorno imediato para casa e a suspensão de deslocamentos desnecessários pelas vias da cidade.
Durante a manhã, os radares já haviam registrado ventos superiores a 60 quilômetros por hora em algumas regiões da capital fluminense.
Em resposta à gravidade do fenômeno climático, o governo estadual decretou ponto facultativo a partir das 13 horas, buscando reduzir drasticamente a circulação de pedestres e veículos nas ruas durante o pico do vendaval.
A rotina educacional também foi paralisada, com a suspensão imediata das aulas presenciais nas redes estadual e municipal da capital.
A mesma diretriz de fechamento de colégios foi adotada em diversas cidades da região metropolitana, como Niterói, Nova Iguaçu e Belford Roxo, estendendo-se também para Petrópolis, na Região Serrana.
De forma complementar, a prefeitura ordenou o fechamento preventivo de todos os parques naturais e urbanos.
As autoridades de defesa civil reforçaram uma série de orientações preventivas cruciais, pedindo para que a população evite áreas próximas a árvores, postes e estruturas instáveis, além de não estacionar veículos nesses locais.
Recomenda-se também recolher objetos soltos em varandas, manter janelas e persianas trancadas e desligar aparelhos elétricos e registros de gás.
O forte esquema de precaução ocorre poucas semanas após um trágico vendaval no final de julho, que atingiu 105 quilômetros por hora, paralisou aeroportos e trens, deixou milhares de unidades sem energia elétrica e resultou na morte de duas pessoas atingidas pelo desabamento de um muro em Santa Teresa.






