Paraná Pesquisas coloca a governadora à frente em todos os cenários e registra aprovação de 58,3% da atual gestão
A governadora Celina Leão (PP) consolidou a dianteira na corrida pelo Palácio do Buriti. Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira, 20 de julho, mostra Celina com 34,6% das intenções de voto, contra 28,1% do ex-governador José Roberto Arruda (PSD). Leandro Grass (PT) aparece distante, com 11,9%, seguido por Ricardo Cappelli (PSB), com 4,5%, Paula Belmonte (PSDB), com 3,6%, e Kiko Caputo (Novo), com 1,3%.
O resultado se torna ainda mais expressivo no cenário sem Arruda, cuja eventual candidatura continua cercada por incertezas jurídicas. Celina sobe para 45,9%, enquanto Grass alcança 16,3%, Paula Belmonte registra 7,2%, Cappelli fica com 5,7% e Caputo marca 2,6%. Desconsiderados votos brancos, nulos e indecisos, a governadora ultrapassaria a maioria dos votos válidos e liquidaria a disputa no primeiro turno — cenário que deixa a oposição dividida e olhando a placa da liderança de longe.

A pesquisa também apresenta um ativo político relevante para Celina: 58,3% dos entrevistados aprovam sua administração, contra 37,6% que desaprovam. Na avaliação qualitativa, 37,1% classificam o governo como ótimo ou bom, enquanto 31% o consideram regular. Os números reforçam uma tendência já registrada pelo DFMobilidade, que mostrou Celina liderando a corrida ao GDF em dois cenários e, ao lado de Michelle Bolsonaro, ocupando o centro do campo conservador no Distrito Federal.
O Paraná Pesquisas ouviu presencialmente 1.500 eleitores entre 17 e 19 de julho. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Financiado com recursos próprios do instituto, o levantamento custou R$ 45 mil e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-01326/2026. Pesquisa não entrega faixa de governadora reeleita, naturalmente, mas a fotografia do momento é nítida: Celina lidera, amplia vantagem sem Arruda e obriga os adversários a correrem atrás de uma eleição que, por enquanto, tem dona.




