Lula desenterra passado para fugir de cobranças no presente

Foto: Presidência da República
Foto: Presidência da República

Em mais um episódio da sua já conhecida tática de retrovisor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a utilizar o palanque para atacar o ex-presidente Jair Bolsonaro. O alvo da vez, novamente, foi a gestão da pandemia de Covid-19. Enquanto os indicadores econômicos atuais exigem atenção e as promessas de campanha enfrentam o choque da realidade, a estratégia do Palácio do Planalto parece ser uma só: manter o país polarizado para evitar explicações sobre o agora.

Durante evento oficial, Lula não poupou adjetivos para criticar a atuação de seu antecessor, ignorando que o calendário já marca 2026. Para analistas, a insistência em temas exauridos pelo debate público serve como uma cortina de fumaça conveniente. Ao focar em erros do passado, o governo federal tenta blindar-se das críticas crescentes sobre a articulação política deficitária e a falta de novos projetos estruturantes que impulsionem o Brasil sem depender de heranças narrativas.

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