Câmara Legislativa do DF ganha Frente Parlamentar em defesa dos CACs

Foto: Divulgação/Agência Brasil
Foto: Divulgação/Agência Brasil
O cenário político da capital federal acaba de ganhar uma nova trincheira de debates e articulações institucionais.

Na noite desta quarta-feira (25/02), o plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal foi palco do lançamento oficial da Frente Parlamentar em Defesa dos Colecionadores, Atiradores e Caçadores.

Capitaneada pelo deputado Roosevelt Vilela, a iniciativa marca um passo histórico para a categoria, criando pela primeira vez um espaço legislativo permanente voltado exclusivamente para a proteção dos direitos e da segurança jurídica dos profissionais e entusiastas que atuam no segmento de armas de fogo e tiro esportivo no DF.

A solenidade de abertura mobilizou figuras de peso do setor de segurança e defesa, reunindo desde a coordenação distrital e a presidência nacional do movimento PL Defesa, até ex-parlamentares federais e a nova secretaria-geral do bloco recém-criado.

Ao justificar a importância do projeto, o autor da proposta argumentou que a fundação da frente é uma resposta direta à urgência de organização institucional da categoria.

O parlamentar ressaltou de forma enfática que os colecionadores e atiradores são cidadãos que operam estritamente dentro das balizas legais e contribuem ativamente para o esporte e a preservação histórica, merecendo, portanto, uma voz ativa que assegure respeito e estabilidade perante as constantes mudanças regulatórias.

A força dessa mobilização política nos corredores da Câmara reflete uma mudança demográfica substancial registrada ao longo da última década no Brasil.

O Distrito Federal abriga hoje um contingente expressivo que ultrapassa a marca de trinta mil atiradores com registros ativos, um número que cresceu vertiginosamente a reboque da popularização das atividades de estande e do colecionismo.

O peso administrativo desse grupo fica ainda mais evidente ao se analisar o volume do arsenal legalizado, os dados públicos oficiais apontam para a existência de mais de quarenta mil armas registradas sob a responsabilidade desses cidadãos na capital, consolidando a necessidade de formular políticas públicas responsáveis e um diálogo cristalino com as forças de segurança pública.

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