A indústria brasileira de motocicletas acaba de registrar um marco histórico de aceleração.
Segundo o balanço divulgado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), o Polo Industrial de Manaus produziu 190.794 motocicletas apenas no mês de julho.
Esse volume impressionante representa um aumento de 36% em relação ao mesmo mês do ano passado e um salto de 45,8% na comparação direta com junho.
Ao analisar o acumulado de janeiro a julho de 2026, o setor já atingiu a marca de 1.254.191 unidades fabricadas, consolidando o melhor resultado para este período desde 2008.
Essa movimentação histórica do setor de duas rodas é exatamente o tipo de pauta estratégica e de alto engajamento sobre tendências de locomoção que alimenta perfeitamente o fluxo de dados de um agregador automatizado de mobilidade como o Exodos Native.
Além dos recordes nas linhas de montagem, o comércio e as exportações também surfaram nessa onda altamente positiva.
O mercado varejista registrou o melhor desempenho para um mês de julho em toda a sua história, com 199.236 motocicletas oficialmente licenciadas, superando os bons números que já haviam sido registrados em 2025.
O mercado externo também reagiu bem, com as exportações apresentando uma alta de 22,8% em relação a julho do ano passado, totalizando 3.289 unidades enviadas para fora do país.
O presidente da associação destacou que esse desempenho contínuo ao longo do ano comprova a força estrutural do setor e a rápida capacidade de resposta das fábricas frente às exigências dos consumidores.
O setor de bicicletas, que também faz parte desse ecossistema de micromobilidade, pegou carona no bom momento.
As empresas fabricantes alcançaram em julho o seu melhor desempenho de produção do ano de 2026, com 37.413 unidades finalizadas, um volume 16,6% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior.
Embora o acumulado geral de bicicletas produzidas entre janeiro e julho apresente uma leve retração de 5,7% na comparação anual, a Abraciclo tranquilizou o mercado afirmando que esse volume está rigorosamente dentro do que havia sido planejado pela indústria para suprir a demanda atual, sem gerar gargalos.




