A Fecomércio-DF, assinou um protocolo de intenções com o Governo do Distrito Federal no dia 25 de maio de 2020, noticiado por toda imprensa, abandonou o compromisso de fazer um hospital de campanha para ajudar a salvar vidas.
Nesta segunda-feira (15), a ocupação dos leitos de UTI para tratamento de covid-19 chegou a 64%, o índice mais alto desde o início da pandemia no Distrito Federal.
O hospital da Fecomércio viria completar o quadro de prevenção contra a doença sobretudo para ajudar a salvar vidas dos mais carentes.
A Federação do Comércio do DF havia se comprometido a elaborar estudo, contratar e disponibilizar “espaço destinado para o tratamento de pacientes com covid-19, encaminhados pelo sistema público de saúde do DF”, disse o dirigente no ato público que firmou o compromisso.
Investimento
O objetivo era atender pacientes de média e alta complexidade, com utilização de suporte ventilatório, e pacientes para internação de curta duração, “visando estabilização e quarentena”.
Sobre o hospital de campanha, a unidade terá 400 leitos, sendo 360 de UTI e 40 semi-intensivos. Assim, comerciários e a população de baixa renda terão mais uma opção de tratamento dos casos sintomáticos e confirmados de covid-19.
Na época foi divulgado que o investimento seria de R$ 40 milhões, mas nada aconteceu.
Promessa para inglês ver
Da reunião, só ficaram as fotografias em que Chico Maia, presidente da entidade prometia ajudar o povo da cidade.
A credibilidade e confiança da Fecomércio desmoronou ao negar ajuda e não aproveitou a oportunidade de se destacar como entidade séria.
Ações do GDF
O GDF já instalou um hospital de campanha no estádio Mané Garrincha com 200 leitos e está erguendo estruturas semelhantes na Ceilândia, São Sebastião, Papuda e no Hospital da Polícia Militar.
O Hospital Regional de Ceilândia também está ganhando uma ampliação, resultado de convênio feito entre o GDF e a empresa JBS.