EUA enviam bombardeiros B-1B de Dakota do Sul para atacar o Irã

Foto: Pixabay
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A campanha militar conjunta entre os Estados Unidos e Israel contra o território iraniano entrou em seu terceiro dia com uma demonstração implacável de força aérea de alcance global.

Durante a noite de segunda-feira, três bombardeiros estratégicos B-1B Lancer decolaram da Base Aérea de Ellsworth, localizada no estado americano de Dakota do Sul, para executar ataques diretos contra alvos militares no Irã.

A longa jornada cruzou o oceano Atlântico e o mar Mediterrâneo sem escalas, exigindo o suporte de pelo menos nove aviões-tanque posicionados estrategicamente nos Açores e na Arábia Saudita para realizar múltiplos reabastecimentos em voo e garantir o sucesso da segunda grande incursão da chamada Operação Epic Fury.

A utilização das pesadas aeronaves supersônicas ocorre logo após uma ofensiva inicial devastadora protagonizada por bombardeiros furtivos B-2 Spirit no primeiro dia do conflito.

O comando central norte-americano confirmou que jatos com tecnologia de invisibilidade aos radares despejaram dezenas de bombas de altíssimo impacto sobre instalações subterrâneas fortificadas que abrigavam mísseis balísticos inimigos.

A transição operacional para os bombardeiros convencionais sinaliza que o Pentágono confia na degradação severa das defesas antiaéreas iranianas, especialmente após os relatórios das forças de defesa de Israel apontarem a neutralização dos principais sistemas de proteção que cercavam a capital Teerã nas primeiras quarenta e oito horas de ataques ininterruptos.

A deflagração desse conflito em larga escala foi anunciada pelas redes sociais da presidência americana na madrugada do dia vinte e oito de fevereiro, operando em total sincronia com a ofensiva israelense.

A estratégia foca na destruição completa de polos de liderança, centros de comando e infraestrutura naval e bélica do país persa.

O saldo dos bombardeios conjuntos já contabiliza a eliminação de dezenas de líderes militares e políticos iranianos de alto escalão, incluindo a confirmação da morte de sua figura suprema.

A cúpula da defesa americana ressaltou que a operação não visa uma ocupação prolongada, mas a aniquilação das capacidades de ameaça do regime.

As consequências da ofensiva, no entanto, já geram perdas dos dois lados da trincheira.

O comando central dos Estados Unidos lamentou a morte de três militares vitimados em bases terrestres no Kuwait, além de registrar múltiplos feridos graves.

Em resposta à invasão do seu espaço aéreo, o Irã lançou intensas ondas de drones e mísseis contra Israel, instalações americanas e nações árabes vizinhas, chegando a atingir infraestruturas civis nos Emirados Árabes Unidos, como o aeroporto de Dubai.

A escalada das retaliações iranianas elevou o tom de Washington, que alertou sobre o emprego de uma força militar avassaladora e inédita caso os ataques aos aliados continuem.

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