A economia do Brasil registrou um crescimento de 0,5% na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026, um desempenho robusto que garantiu ao país a quinta maior taxa de expansão global no período.
Com o resultado, que superou as projeções do próprio mercado financeiro, o Brasil ultrapassou o Canadá e subiu da 11ª para a 10ª posição no ranking das maiores economias do mundo.
O levantamento, elaborado pela agência de classificação de risco Austin Rating a partir de dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), avaliou o balanço de 50 nações.
O topo do crescimento trimestral foi ocupado pela Irlanda, com alta de 1%, seguida por Indonésia, Angola e Malásia.
O avanço brasileiro ganha destaque no cenário internacional por superar com folga a média global de 0,2%, além de apresentar um ritmo superior ao das potências que compõem a Zona do Euro e o G7, deixando para trás gigantes como Estados Unidos e China.
No ranking geral de volume de riquezas, os Estados Unidos e a China seguem liderando isoladamente, com Produtos Internos Brutos avaliados em 32,38 trilhões e 20,85 trilhões de dólares, respectivamente.
O Brasil, agora consolidado na décima colocação com um PIB estimado em 2,64 trilhões de dólares, aproxima-se da Rússia e possui projeções otimistas para alcançar o nono lugar já no próximo ano.
O Ministério da Fazenda ressalta, no entanto, que embora o PIB seja o principal termômetro macroeconômico da produção de bens e serviços, ele dimensiona o tamanho da economia, mas não reflete diretamente fatores sociais como a distribuição de renda e a qualidade de vida da população.




