O Banco de Brasília (BRB) registrou lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões no primeiro semestre de 2025, alta de 461,6% ante igual período de 2024, em resultado sustentado pela expansão da base de clientes, avanço da carteira de crédito e gestão de riscos.
Os ativos totais somaram R$ 74,5 bilhões (+40,7%) e o patrimônio líquido atingiu R$ 4 bilhões (+60,1%). A carteira de crédito chegou a R$ 59,4 bilhões (+59,4%) e as captações totalizaram R$ 67,3 bilhões (+43,8%), com destaque para CDBs, LCI/LCA e depósitos judiciais.
A rentabilidade (ROAE) ficou em 21,8%, enquanto o Índice de Basileia encerrou junho em 13,91%. A margem financeira somou R$ 2,3 bilhões e o resultado de intermediação financeira foi de R$ 2,0 bilhões no período.
A inadimplência consolidada foi de 1,57%, abaixo da média do sistema financeiro, refletindo melhora na qualidade da carteira. No crédito imobiliário, o BRB manteve liderança no DF e ficou em 5º no ranking nacional, com carteira de R$ 13,5 bilhões; no agronegócio, a carteira rural alcançou R$ 1,9 bilhão.
O banco controlado pelo GDF encerrou o semestre com 9,6 milhões de clientes e 988 pontos de atendimento. A digitalização segue em alta: 98,5% das transações foram feitas por canais digitais, com 185,1 milhões de operações no SuperApp. A instituição também operacionaliza 30 programas sociais que atendem 414 mil famílias, com repasses de R$ 4,3 bilhões.
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Por: Hamilton Silva Editor-chefe do DFMobilidade • Economista • Vice-presidente do Rotary Club de Brasília (O Pioneiro) e diretor da ABBP – Associação Brasileira dos Portais de Notícias.