A frota de aviação executiva no Brasil alcançou a marca de 11.362 aeronaves em operação, consolidando o país como o segundo maior mercado global de aviação de negócios, atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG).
O avanço do setor é impulsionado principalmente pelo segmento de jatos executivos, cuja frota expandiu mais de 12% em apenas um ano, gerando um aumento substancial na demanda por manutenção especializada, suporte aeroportuário, gerenciamento de frotas e atualizações tecnológicas.
A abrangência desse mercado reflete as dimensões continentais do país. Enquanto as companhias aéreas comerciais operam voos regulares em cerca de 190 municípios, as aeronaves executivas atendem mais de 3 mil aeródromos, garantindo conectividade direta a polos econômicos e regiões remotas desprovidas de rotas convencionais.
Com aeronaves mais complexas em atividade, proprietários e operadores têm acelerado investimentos em projetos de retrofit aviônico e conectividade via satélite de última geração a bordo, assegurando maior eficiência operacional e preservando o valor dos equipamentos no mercado seminovo.
Para acompanhar o ritmo dessa expansão, a cadeia logística em solo vem se modernizando com hangares equipados para serviços integrados e atendimento alfandegário 24 horas em grandes polos aéreos, além de treinamentos rigorosos em simuladores para tripulações e equipes técnicas.




