O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro aproveitou o Dia do Motociclista, celebrado nesta segunda-feira, para reforçar a extrema importância do uso correto dos equipamentos de segurança nas vias urbanas, com foco principal na escolha do capacete fechado.
A corporação alerta que decisões preventivas simples são decisivas para diminuir a gravidade de lesões no trânsito, já que as estatísticas mostram que cerca de 45% dos impactos em acidentes com motos atingem diretamente a região do rosto e do queixo.
Enquanto os modelos abertos atraem pelo baixo custo e ventilação, eles deixam a face totalmente exposta ao asfalto.
Em contrapartida, a estrutura frontal do capacete fechado atua como uma engenharia de proteção eficaz, projetada especificamente para absorver a energia das colisões frontais.
O volume de acidentes reforça a urgência das orientações repassadas pelas autoridades de resgate fluminenses.
Apenas entre o primeiro dia do ano e 26 de julho de 2026, os bombeiros registraram mais de 21 mil chamados para colisões envolvendo motocicletas no estado, sendo mais de 16 mil casos de choques diretos com automóveis.
O balanço também contabilizou mais de 10 mil ocorrências de quedas isoladas e quase 2 mil atropelamentos causados por motociclistas.
Atualmente, as motos estão envolvidas em mais de 74% do total de acidentes de trânsito no Rio de Janeiro.
Diante desse cenário de alto risco, os militares orientam que os condutores utilizem exclusivamente capacetes com certificação do Inmetro, mantenham a cinta jugular devidamente ajustada ao pescoço e pratiquem continuamente a direção defensiva para preservar vidas.




