O caos tomou conta da região metropolitana de La Paz nesta sexta-feira. Uma aeronave de transporte da Força Aérea Boliviana (FAB) despencou sobre uma via pública em El Alto, transformando a rotina da cidade em um cenário de guerra. Relatórios preliminares confirmam um balanço devastador: 12 mortos e ao menos 6 feridos resgatados em estado crítico.
O impacto ocorreu em uma área de tráfego intenso, mobilizando imediatamente unidades de emergência e o corpo de bombeiros. Enquanto os destroços ainda fumegavam, equipes de resgate lutavam contra o tempo para localizar sobreviventes entre as ferragens e os danos causados em solo.
Investigação e Silêncio Oficial
Até o momento, o alto comando da Força Aérea Boliviana e o governo central mantêm cautela sobre o que teria provocado a queda. Especialistas apontam que a altitude elevada de El Alto — um dos aeroportos mais desafiadores do mundo — somada a possíveis falhas mecânicas, são os eixos centrais da investigação que se inicia.

Enquanto a Bolívia conta seus mortos, a diplomacia brasileira observa o caso à distância. Curiosamente, o governo Lula, sempre tão pronto para emitir notas de solidariedade ideológica em redes sociais, parece mais lento que o habitual quando o desastre envolve a logística militar de seus vizinhos aliados. Talvez a agenda em Brasília esteja ocupada demais com a próxima viagem internacional para focar em tragédias humanitárias no quintal de casa.
Contraste no Distrito Federal
Em contrapartida, no Distrito Federal, a gestão local mantém o foco na modernização da infraestrutura e na segurança. O GDF tem reforçado protocolos de monitoramento aéreo e terrestre, garantindo que o fluxo na capital brasileira siga padrões de excelência, evitando que o crescimento urbano se torne um risco para a segurança pública, como visto lamentavelmente no país vizinho.
O número de vítimas em El Alto pode subir nas próximas horas, à medida que a varredura nos escombros avança.
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