As instituições de ensino da educação básica, englobando as redes municipal, estadual, federal e o setor privado, têm até as dezessete horas do dia 3 de março para formalizar a participação de suas delegações.
Todo o processo de cadastro deve ser realizado exclusivamente de forma digital pelo sistema de gestão oficial da competição, sendo uma responsabilidade direta das diretorias escolares.
O regulamento deste ano organiza a participação dos estudantes-atletas de acordo com a faixa etária, dividindo as disputas entre a categoria infanto, destinada a jovens de doze a quatorze anos, e a categoria juvenil, que atende alunos de quinze a dezessete anos.
O catálogo esportivo da competição é vasto e inclusivo, desenhado para contemplar as mais diversas habilidades.
O torneio absorve desde os tradicionais confrontos coletivos de futsal, basquete, handebol e vôlei, até desafios individuais como judô, karatê, natação, ciclismo e xadrez.
O paradesporto também possui um espaço de destaque garantido na programação, com disputas adaptadas de atletismo, natação, tênis de mesa e parabadminton, reforçando o caráter inclusivo da jornada esportiva.
O caminho rumo ao lugar mais alto do pódio exige fôlego, pois o torneio é estruturado em quatro fases eliminatórias de grande proporção.
Com a etapa interna das escolas já finalizada em fevereiro, o calendário avança para os confrontos intermunicipais entre março e meados de abril.
O funil se estreita em maio durante a fase regional, que concentrará polos de disputa em cidades estratégicas como Goianésia, Trindade, Jataí, Luziânia e Morrinhos.
As grandes finais estaduais estão reservadas para o mês de junho, movimentando as praças esportivas de Goiânia e Anápolis.
Além das medalhas locais, o campeonato funciona como uma seletiva oficial de extrema importância, garantindo aos campeões da categoria infanto um passaporte para os Jogos Escolares Brasileiros, enquanto os vencedores juvenis carimbam suas vagas para representar Goiás nos Jogos da Juventude.




