O destaque negativo ficou para o uso do celular ao volante, com 385 motoristas autuados enquanto dirigiam distraídos, e para a embriaguez, com 137 condutores retirados de circulação por estarem sob efeito de álcool.
Além das infrações mais conhecidas, a fiscalização também pegou muita gente descuidando do básico. Foram 360 multas por falta do cinto de segurança e outras 88 para quem dirigia sem habilitação ou com a CNH vencida.
O balanço consolidado da semana (de 19 a 25 de janeiro) mostra um cenário ainda mais preocupante: em apenas sete dias, quase 1.800 pessoas foram multadas por usar o smartphone enquanto dirigiam e mais de 1.400 ignoraram o cinto de segurança.
Para a corporação, os números reforçam que a fiscalização não é apenas punitiva, mas necessária para evitar tragédias.
A estratégia de ocupar pontos críticos e horários de maior incidência visa interromper comportamentos que transformam veículos em armas.
A operação segue com caráter contínuo, priorizando a fluidez e a proteção da vida nas ruas da capital.




