Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Planaltina (DF), e também nas cidades de Planaltina de Goiás, Valparaíso (GO) e Água Branca (PI).
O esquema era sofisticado e ousado: os criminosos utilizavam a matrícula e a senha de uma servidora do Detran para acessar o sistema remotamente.
A auditoria revelou que as transferências eram aprovadas sem a documentação necessária ou com papéis adulterados, muitas vezes em horários que a funcionária estava de folga.
A própria servidora, ao perceber movimentações estranhas em seu nome, procurou a delegacia, o que ajudou a identificar os acessos externos.
A investigação, que começou há um ano após a denúncia de um motorista que teve o carro transferido sem autorização, apontou três principais suspeitos.
Dois deles já possuíam histórico de atuação como despachantes e conheciam os trâmites do órgão.
O trio agora deve responder por invasão de dispositivo informático, estelionato e organização criminosa.




