Novo viaduto transforma mobilidade no Recanto das Emas e Riacho Fundo II

Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília
Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília

A rotina de quem trafega pelas regiões administrativas do Recanto das Emas e Riacho Fundo II passou por uma transformação significativa, pois a entrega do complexo viário pelo Governo do Distrito Federal (GDF) consolidou uma nova realidade na mobilidade urbana local, a obra, que era aguardada há décadas pela comunidade, solucionou um dos pontos de retenção mais críticos da malha viária do DF, garantindo agilidade para moradores e visitantes que utilizam o trecho diariamente.

Executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), a intervenção contou com um investimento público de R$ 30,9 milhões, desta forma, a estrutura criou acessos diretos e melhorou a fluidez para quem transita no sentido Gama-Samambaia e vice-versa.

As estimativas do órgão apontam que cerca de 60 mil motoristas circulam pelo local todos os dias, sentindo o impacto imediato da eliminação dos antigos engarrafamentos que travavam o trânsito nos horários de pico.

O impacto positivo vai além da fluidez nas pistas, refletindo diretamente na qualidade de vida da população, visto que a redução no tempo de deslocamento permite que trabalhadores e estudantes cheguem mais cedo aos seus destinos e retornem com mais rapidez para casa, a otimização logística em questão beneficia também os usuários do transporte público, pois os ônibus deixaram de ficar retidos em longas filas, tornando as viagens menos desgastantes.

Além da construção do elevado, o projeto entregou um pacote completo de urbanização para a região, tal medida incluiu a pavimentação de 9 km de novas vias com duas faixas, recuperação asfáltica e a criação de estacionamentos, a fim de evitar transtornos climáticos, também foi implementada uma robusta infraestrutura de prevenção:

  • Drenagem Pluvial: Instalação de quase 10 mil metros lineares de rede para captar a água da chuva e evitar alagamentos;
  • Infraestrutura Viária: Construção de 12,5 km de meios-fios para ordenamento do tráfego;
  • Mobilidade Ativa: Implantação de ciclovias e calçadas com acessibilidade, visando o bem-estar de pedestres e ciclistas.

Assim, o complexo se estabelece não apenas como uma obra viária, mas como um vetor de desenvolvimento urbano que integra segurança, eficiência e modernização para o trânsito do Distrito Federal.

 

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