As equipes montaram bases de interceptação nas regiões de Taguatinga, Arapoanga, Planaltina, Plano Piloto e Samambaia, resultando em um balanço preocupante de noventa e seis infrações de trânsito registradas em um curto intervalo de tempo.
O foco central das abordagens foi combater um dos maiores causadores de tragédias no asfalto.
Durante as blitze, os agentes submeteram centenas de condutores a uma triagem rigorosa, aplicando um total de trezentos e oitenta testes de etilômetro.
O rigor da fiscalização expôs uma realidade alarmante e irresponsável, culminando na autuação direta de quarenta e um motoristas que assumiram o risco de dirigir sob o efeito de bebidas alcoólicas.
A corporação avalia que cada um desses flagrantes representou uma potencial fatalidade evitada pelas forças de segurança pública nas ruas brasilienses.
Além do cerco aos condutores embriagados, a malha fina do órgão de trânsito varreu diversas outras irregularidades documentais e mecânicas que comprometem a segurança coletiva.
O balanço final da operação revelou que dezoito pessoas foram flagradas assumindo o volante sem sequer possuir a Carteira Nacional de Habilitação.
A fiscalização também mirou a poluição sonora e ambiental da capital, autuando quatro motoristas que trafegavam com o sistema de escapamento irregular ou adulterado.
Somadas a essas ocorrências de maior gravidade, outras trinta e três infrações diversas foram lavradas nos talonários eletrônicos das equipes, reforçando a necessidade contínua de patrulhamento noturno e repressão a abusos.




