A vice-governadora do Distrito Federal, , manifestou-se publicamente nesta semana sobre a escalada de pressão dos Estados Unidos contra o regime de Nicolás Maduro, na . Em publicação feita em seu perfil oficial na rede social X, Celina classificou o momento como um possível ponto de virada na história recente do país vizinho.
“Que esse seja o começo do fim de uma ditadura que sufocou a liberdade dos venezuelanos por anos. E que a democracia, enfim, seja restituída na Venezuela”, escreveu a vice-governadora, em tom claro de apoio às ações internacionais que buscam responsabilizar o governo Maduro por violações sistemáticas de direitos humanos e crimes contra a democracia.
A declaração ocorre em meio ao endurecimento do discurso do governo norte-americano, após novas movimentações diplomáticas e judiciais envolvendo autoridades venezuelanas. Washington tem reforçado sanções e sinalizado apoio a iniciativas internacionais que pressionem Caracas por eleições livres, respeito às instituições e liberdades civis.
Celina Leão não fez menção direta a operações militares, mas alinhou-se ao entendimento de que a atuação externa pode acelerar o fim de um regime acusado, por organismos internacionais, de repressão política, censura e perseguição a opositores. A vice-governadora também ecoa um sentimento recorrente entre lideranças políticas brasileiras que veem a crise venezuelana como um problema humanitário e democrático de dimensão regional.
A Venezuela vive, há anos, um cenário de colapso institucional, com eleições questionadas, enfraquecimento do Parlamento e denúncias constantes de fraudes eleitorais. Para analistas internacionais, a pressão dos Estados Unidos e de aliados busca forçar uma transição política negociada ou ampliar o isolamento do governo Maduro no cenário global.
Siga o DFMobilidade nas redes sociais e acompanhe a cobertura completa sobre política internacional e seus reflexos no Brasil.
Instagram | X | Facebook | WhatsApp



