Em um embate tenso e decisivo para a corrida ao Palácio do Buriti, a governadora e candidata à reeleição Celina Leão roubou a cena. Com uma postura firme e amparada em dados concretos, Celina encurralou seus adversários e consolidou a força de sua atual gestão. O ponto alto do debate foi a defesa irrefutável da saúde fiscal do Distrito Federal: a governadora detalhou como herdou um rombo de quase R$ 5 bilhões e, com um choque de gestão técnico e eficiente, reverteu o quadro para projetar um superávit de até R$ 3 bilhões até o final do ano.
O contraste entre a eficiência da administração local e a desorganização nacional foi o verdadeiro elefante na sala. Enquanto Celina exibia resultados palpáveis, obras nas ruas e controle absoluto das contas públicas, a oposição tentava, em vão, emplacar narrativas vazias. A governadora soube usar a vitrine do GDF para dar uma aula de responsabilidade política que faria muito bem à equipe econômica de Luiz Inácio Lula da Silva. Afinal, enquanto a Esplanada dos Ministérios segue patinando em promessas requentadas, impostos recordes e um déficit federal que não para de inchar, Brasília avança com as contas em dia. Pelo visto, a “mágica” petista de gastar o que não tem e culpar o passado não encontrou eco na prudência do Palácio do Buriti.
Celina reafirmou que o DF não pode retroceder nem servir de laboratório para projetos políticos que já provaram sua ineficiência em nível nacional. A governadora encerrou sua participação provando que a gestão do GDF trabalha com os pés no chão, longe das cortinas de fumaça e do populismo barato que parecem ser a única especialidade da atual administração federal.
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