A Bíblia Sagrada foi oficialmente reconhecida como patrimônio cultural e imaterial de Brasília em solenidade realizada nesta quarta-feira pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Subsecretaria do Patrimônio Cultural e Imaterial da Secretaria de Cultura.
O ato de reconhecimento foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e aponta que a Bíblia, enquanto obra literária, religiosa e histórica, exerce “influência duradoura na formação cultural, social e simbólica da sociedade brasiliense”.
Segundo a subsecretaria responsável pelo processo, a iniciativa busca valorizar tradições e práticas culturais associadas ao uso e à transmissão da Bíblia ao longo de gerações, incluindo celebrações comunitárias, leituras públicas e manifestações religiosas que contribuíram para as identidades locais.
O documento oficial também destaca que o reconhecimento não se refere apenas ao aspecto religioso do livro, mas à função cultural que a Bíblia desempenha no cotidiano de diversos grupos — educação, literatura, linguagens artísticas e transmissão de valores históricos — dentro do contexto da capital federal.
Autoridades da pasta de Cultura celebraram a medida, afirmando que ela representa um marco para o reconhecimento de expressões culturais intangíveis, que nem sempre são captadas pelas formas tradicionais de preservação do patrimônio.
O reconhecimento ocorre em um cenário em que políticas públicas de proteção ao patrimônio cultural e imaterial têm ganhado destaque no DF, abrangendo músicas, festivais, saberes tradicionais e práticas comunitárias. A inclusão da Bíblia na lista de bens imateriais visa ampliar a compreensão pública sobre as diversas manifestações que compõem a memória coletiva de Brasília.

O governo afirmou ainda que promoverá ações de divulgação e educação sobre o novo registro de patrimônio imaterial, incluindo publicações e atividades de sensibilização junto à população.
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