O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios rejeitou recurso apresentado pelo ex-governador José Roberto Arruda e manteve a condenação por improbidade administrativa que determina a suspensão de seus direitos políticos por 12 anos.
A decisão também confirma as penalidades financeiras impostas ao ex-governador, incluindo multa civil e indenização por dano moral coletivo, que somam mais de R$ 2,4 milhões.
A defesa tentou reverter despacho anterior que havia barrado a subida de recurso ao Supremo Tribunal Federal. No novo pedido, Arruda buscava rediscutir pontos do processo. O colegiado, contudo, entendeu que o instrumento utilizado não era adequado para reavaliar o mérito da condenação.
Com a manutenção da decisão, permanece válida a inelegibilidade do ex-governador, que articula possível candidatura ao Palácio do Buriti nas eleições de 2026. O debate sobre eventuais mudanças na Lei da Ficha Limpa e seus efeitos segue pendente de análise definitiva no Supremo.
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