O sinistro, registrado nas imediações do icônico monumento Solarius, mobilizou um grande aparato de socorro pré-hospitalar e exigiu o bloqueio parcial do fluxo de veículos na área durante as primeiras horas do dia.
A dinâmica do resgate revelou momentos de extrema tensão e solidariedade no asfalto.
A central de emergência do Corpo de Bombeiros Militar despachou duas viaturas operacionais para a cena do impacto.
Ao desembarcarem, as guarnições depararam-se com a vítima já fora do interior do veículo, em estado crítico de parada cardiorrespiratória.
Antes mesmo da chegada do socorro oficial do Estado, uma médica que trafegava pela rodovia no momento exato do acidente havia estacionado seu carro e, com o apoio providencial de outros motoristas, já havia iniciado as manobras iniciais de primeiros socorros para tentar reverter o quadro clínico.
Os militares assumiram imediatamente o controle da situação, isolando a pista para garantir a segurança da operação e intensificando o protocolo de reanimação cardiopulmonar.
A gravidade do cenário exigiu o acionamento de uma unidade de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que chegou ao local para dar continuidade aos procedimentos com equipamentos de alta complexidade.
Apesar do esforço ininterrupto das equipes médicas e de salvamento por mais de sessenta minutos, o homem não resistiu à gravidade dos múltiplos traumas e teve a morte declarada ainda na rodovia.
A Polícia Civil do Distrito Federal assumiu a ocorrência para realizar a perícia técnica e investigar a dinâmica que provocou a colisão fatal.




