A produção de bicicletas elétricas no Brasil disparou e mais que dobrou em apenas um ano. Em janeiro de 2026, o Polo Industrial de Manaus (PIM) fabricou 3.414 unidades, número 107,9% maior do que o registrado no mesmo mês de 2025, quando foram produzidas 1.642 bikes, segundo levantamento da Abraciclo.
O crescimento reforça um movimento que vem ganhando força nas grandes cidades: a micromobilidade elétrica como alternativa real para deslocamentos urbanos, principalmente em trajetos curtos e médios, reduzindo dependência do carro e ampliando opções para quem busca economia e praticidade.
O dado chama ainda mais atenção porque ocorre em um cenário oposto no setor tradicional. No mesmo período, a produção total de bicicletas no país caiu 18,9% na comparação anual. Ainda assim, o mercado de elétricas avançou, indicando mudança de perfil do consumidor e uma transição gradual para modelos mais tecnológicos.
No total, 19.028 bicicletas foram produzidas em janeiro no Brasil. A leitura do setor é clara: mesmo com oscilações no mercado convencional, as bikes elétricas seguem crescendo e ocupando espaço como solução de mobilidade urbana — com impacto direto em políticas públicas, infraestrutura cicloviária e na cultura do transporte sustentável.
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