A Polícia Federal pediu a suspeição do ministro Dias Toffoli no caso envolvendo a liquidação do banco Master, após identificar mensagens no aparelho celular do banqueiro Daniel Vorcaro que, segundo a corporação, implicariam o magistrado no episódio.
O assunto ganhou novo peso nesta semana depois que o diretor-geral da PF, Andrei Passos, levou pessoalmente ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, um pedido de novas diligências relacionadas às evidências encontradas. A reunião ocorreu na segunda-feira (9) e, de acordo com informações divulgadas inicialmente pelo portal UOL, teria sido motivada pelo conteúdo extraído do celular.
Em nota oficial, Toffoli negou qualquer irregularidade e classificou as informações como “ilações”. Posteriormente, o próprio gabinete do ministro reconheceu que houve pedido de suspeição, mas sustentou que a solicitação seria “juridicamente nula”.
Ainda segundo fontes citadas na reportagem, a PF trabalha com a possibilidade de que outras pessoas com prerrogativa de foro também estejam envolvidas nas mensagens identificadas. O encaminhamento técnico e jurídico dessas novas frentes de investigação ainda estaria em fase de definição.
O caso amplia a pressão sobre instituições federais e reacende o debate sobre transparência, integridade e credibilidade no tratamento de processos sensíveis — especialmente quando há suspeitas que envolvem autoridades com foro e influência direta nos rumos do sistema financeiro e judicial do país.
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