A defesa do ex-presidente protocolou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao (STF), alegando agravamento do estado de saúde do réu enquanto cumpre pena. A informação foi divulgada neste domingo (11) pelo vereador , em publicação nas redes sociais.
Segundo o relato, o médico responsável pelo acompanhamento clínico foi acionado após o quadro de soluços persistentes evoluir para azia constante, o que estaria impedindo alimentação adequada e o sono. A publicação também menciona abalo psicológico agravado pelo isolamento em cela solitária. A defesa sustenta que, apesar do novo pedido, a solicitação ainda não foi apreciada pelo STF.
No texto, Carlos Bolsonaro afirma que a condição atual estaria relacionada a sequelas do atentado a faca sofrido em 2018, citando episódios recorrentes de vômitos. A nota ainda contesta a condenação do ex-presidente a 27 anos de prisão, destacando que ele não estava na Praça dos Três Poderes no dia dos ataques de 8 de janeiro e invocando o princípio da individualização da pena no Direito Penal.
Até o momento, não houve manifestação oficial do STF sobre o novo pedido. O caso segue sob análise judicial, enquanto a defesa insiste na conversão do regime por razões humanitárias.




