Hackers exploraram o ambiente de Pix operado pela Sinqia, empresa que fornece infraestrutura a instituições financeiras, e teriam desviado R$ 420 milhões, segundo informações iniciais. O HSBC está entre as instituições afetadas. Até o momento, cerca de R$ 350 milhões foram bloqueados, reduzindo o potencial prejuízo.
A Sinqia confirmou atividade suspeita no ambiente de Pix e informou que a investigação está em curso, com apoio de especialistas e autoridades forenses. O Banco Central ainda não se manifestou oficialmente.
O episódio reacende o alerta para riscos na cadeia de fornecedores de tecnologia do sistema financeiro. É o segundo grande incidente em dois meses envolvendo sistemas ligados à Sinqia: em julho, criminosos exploraram vulnerabilidades da infraestrutura da C&M Software, também associada ao ecossistema financeiro.
Até a última atualização, não havia registro de indisponibilidade sistêmica do Pix. Em paralelo, o mercado de criptoativos seguia operando normalmente, sem incidentes de segurança relacionados ao caso.
O que observar a partir de agora • Eventual comunicado do Banco Central e das instituições afetadas.
• Medidas de mitigação e reforço de segurança no ecossistema Pix.
• Recuperação de valores e responsabilização dos envolvidos.
Sugestão de foto (livre de direitos): imagem ilustrativa de “cybersecurity” mostrando cadeado digital sobre código binário ou placa eletrônica (buscar em bancos gratuitos como Unsplash/Pexels).
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