O ministro , do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para que o ex-presidente fosse levado ao hospital após uma queda ocorrida na cela, conforme informações divulgadas nesta terça-feira.
De acordo com a justificativa apresentada, não haveria necessidade de deslocamento hospitalar no momento. A decisão foi tomada mesmo após a divulgação de que Bolsonaro foi diagnosticado com traumatismo cranioencefálico (TCE) leve, quadro que vinha sendo acompanhado por equipe médica.
Em publicações que repercutiram o caso, a negativa foi criticada em tom duro. “Mesmo diante de um quadro de saúde grave, com histórico de cirurgias, sequelas da facada, crises recorrentes, necessidade de avaliação médica e agora, após uma queda que resultou em traumatismo craniano, Alexandre de Moraes negou a ida do presidente Jair Bolsonaro ao hospital”, afirma o texto divulgado nas redes sociais.
A mesma manifestação sustenta que “não é prudência jurídica, é crueldade deliberada” e acrescenta: “Quando um juiz passa a impedir atendimento médico adequado, ele deixa de cumprir a lei e assume o risco consciente de um desfecho trágico”.
Em outra publicação, o motivo da negativa foi resumido da seguinte forma: Moraes teria alegado que “não há necessidade” de hospitalização após a queda. Até o momento, o STF não divulgou nota adicional com novos esclarecimentos sobre a decisão.
O caso segue gerando forte repercussão política e jurídica, enquanto aliados e críticos acompanham os desdobramentos relacionados ao estado de saúde de Bolsonaro e às medidas adotadas pelo Judiciário.




