As autoridades da Espanha interceptaram, no mar Mediterrâneo, um navio cargueiro com quase 10 toneladas de cocaína que havia saído do porto do Brasil, segundo informações divulgadas por agências de segurança europeias.
A apreensão ocorreu durante uma operação conjunta de fiscalização marítima, com apoio de guardas costeiros e unidades especializadas em narcóticos. A embarcação foi abordada após monitoramento de rotas suspeitas, e a droga foi encontrada escondida entre cargas legais, acondicionada em múltiplos contêineres.
Fontes ligadas à investigação informaram que a cocaína teria origem em portos brasileiros e estava sendo exportada com destino final à Europa, em uma rota comumente utilizada por organizações criminosas internacionais para o tráfico de entorpecentes.
A operação espanhola representa uma das maiores apreensões de cocaína em um único embarque nos últimos anos, com impacto significativo nas rotas do crime organizado. Autoridades destacaram que a droga teria alto valor de mercado e poderia abastecer redes de distribuição em diversos países europeus.
Ainda segundo as autoridades, o comandante do navio e parte da tripulação foram detidos para interrogatório enquanto peritos realizam a contagem e a identificação completa da carga apreendida.
A apreensão ocorre em um contexto de cooperação internacional no combate ao narcotráfico, envolvendo agências de inteligência, polícias marítimas e equipes de investigação criminal de mais de um país.
Ações como essa têm sido cada vez mais frequentes diante do aumento do fluxo de entorpecentes saindo de portos da América do Sul, e reforçam a necessidade de monitoramento conjunto e troca de informações entre países para conter o tráfico transnacional.
As autoridades espanholas ainda não divulgaram detalhes sobre o valor estimado da droga ou possíveis conexões com grupos específicos, mas afirmaram que a investigação continua em andamento e que novas prisões podem ocorrer.
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