O empresário e jornalista esclareceu, nesta semana, os detalhes envolvendo a detenção do ex-deputado pelas autoridades de imigração dos Estados Unidos, em . Segundo ele, o episódio está sendo tratado exclusivamente como uma questão migratória e não envolve prisão formal nem risco iminente de deportação.
De acordo com Figueiredo, Ramagem foi inicialmente abordado por uma infração leve de trânsito e, posteriormente, encaminhado ao — procedimento considerado padrão no estado da Flórida em situações semelhantes.
O jornalista destacou que o ex-parlamentar possui status legal nos Estados Unidos, uma vez que mantém um pedido de asilo em andamento. Esse processo, ainda sob análise, garante sua permanência regular no país até a decisão final, que costuma ser demorada.
Figueiredo também informou que a empresa , da qual é sócio, assumiu a assistência jurídica e administrativa do caso. A expectativa, segundo ele, é de que Ramagem seja liberado rapidamente, sem indícios de complicações mais graves no processo.
Outro ponto enfatizado foi a distinção entre deportação e extradição. Enquanto a deportação é um procedimento administrativo interno ligado à legislação migratória, a extradição envolve acordos políticos e diplomáticos entre países, sendo conduzida pelo Departamento de Estado norte-americano. No caso de Ramagem, Figueiredo reforça que a situação atual não tem qualquer relação com pedidos de extradição.
Por fim, o empresário foi categórico ao afirmar que não houve qualquer participação do governo brasileiro no episódio, classificando a ocorrência como um trâmite rotineiro das autoridades de imigração dos Estados Unidos.
A avaliação de Figueiredo busca reduzir a repercussão inicial do caso, que chegou a ser interpretado como prisão, e reposiciona o episódio como um procedimento técnico dentro das normas migratórias americanas — mais burocrático do que propriamente jurídico ou político.




