A manifestação “Acorda Brasil” realizada neste 1º de março na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu aliados do campo conservador com pautas explícitas contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Supremo Tribunal Federal (STF) e medidas do governo federal.
O ato, convocado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), reuniu apoiadores com pautas centrais como:
• Críticas diretas ao governo Lula, especialmente em relação ao veto presidencial ao chamado PL da dosimetria, que trata da forma como se calcula o tempo de pena no Brasil, e sua derrubada.
• Exigência de anistia para condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 — incluindo pedidos de perdão para aliados políticos como o ex-presidente Jair Bolsonaro.
• Manchetes e palavras de ordem contra ministros do STF, como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, incluindo gritos por impeachment ou “Fora, Moraes/Toffoli”.


O evento também reuniu figuras políticas como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador Romeu Zema (Novo), que confirmaram presença e reforçaram as críticas à Corte e ao governo federal.
Simultaneamente à Paulista, atos semelhantes foram registrados em outras cidades e capitais do país, com movimentos bolsonaristas em Brasília e Belo Horizonte, apesar de relatos de adesão abaixo do esperado em algumas praças.
O momento se insere num contexto político mais amplo em que setores da direita vêm pressionando por mudanças legislativas e jurídicas que beneficiem condenados por crimes relacionados ao pós-eleições e ampliem críticas ao Judiciário — levantando debates sobre separação de poderes e o papel das instituições democráticas.
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