A fabricante brasileira de aeronaves Embraer encerrou o terceiro trimestre de 2026 com um novo recorde em sua carteira de pedidos firmes (backlog), alcançando US$ 35,7 bilhões.
O montante representa uma elevação de 3% frente ao segundo trimestre do ano e de 14% no comparativo com o mesmo período de 2025, impulsionado por novos contratos firmados nas divisões de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Serviços & Suporte.
A Aviação Comercial concentrou a maior fatia do volume de negócios, atingindo US$ 15,8 bilhões.
Entre julho e setembro, foram contabilizados 36 pedidos firmes e 30 direitos de compra para aeronaves da família E2, incluindo a venda confirmada de 20 jatos E195-E2 para o Grupo Abra (com opções de expansão para até 45 unidades), encomendas adicionais da Binter, conversões de pedidos da Luxair e o acréscimo de oito unidades do modelo E190-E2 pela japonesa ANA Holdings.
Na Aviação Executiva, a carteira chegou à marca recorde de US$ 8,2 bilhões, período em que a fabricante lançou o Phenom 300EV e entregou o primeiro Praetor 600E à Flexjet.
A divisão de Defesa & Segurança alcançou US$ 6,1 bilhões, crescimento de 56% na comparação anual, alavancada pela aquisição de duas aeronaves KC-390 Millennium pela Força Aeroespacial Colombiana.
A área de Serviços & Suporte também registrou seu pico histórico ao somar US$ 5,6 bilhões em contratos de manutenção e suporte de longo prazo para frotas comerciais, executivas e de defesa.




